“Um adorador é alguém que aprendeu a disciplina diária de submeter-se ao total senhorio de Cristo, independente de emoções pessoais ou circunstâncias da vida.”
Tirado do Livro “Exploring Worship” por Bob Sorge
UFPB-Centro de Ciências Agrárias- Areia/PB
Não nascemos em uma época e em um lugar por acaso,
mas em virtude dos desígnios de Deus. Como seres sociais, somos,
necessariamente, seres históricos, geográficos e culturais. Foi pela vontade de
Deus que nascemos hoje e não ontem ou amanhã. Nascemos aqui, e não ali ou acolá.
É sempre a partir de nosso tempo e espaço que assumimos o nosso mandato cultural
e a nossa tarefa missionária. É assim que compreendemos as palavras do poeta,
quando escreve: “Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste”.
Para tanto, é
importante resgatar o sentido da Criação, da Providência, da Encarnação e das
Alianças. Resgatar as implicações da humanidade de Jesus, plenamente um varão
galileu. Resgatar a lição do Seu pedido ao Pai para que não tirasse os seus
seguidores do mundo, mas que os livrasse do mal. Resgatar a sua ordem, que nos
envia ao mundo que Ele amou, e pelo qual morreu.
Encontramo-nos, pois, diante
do aqui e do agora, sob a ordem de vivermos e anunciarmos o Evangelho, primeiro
em nossa Jerusalém e em nossa Judéia. O Espírito Santo, derramado no Pentecostes
sobre uma diversidade de povos, inclui o nosso povo. A multiplicidade de nações
que adorarão o Cordeiro, inclui a nossa nação. E somos nós somente nós os
responsáveis por fazermos o Evangelho relevante a esta nação e a esta
geração.
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